segunda-feira, 5 de setembro de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
http://roseartseducar.blogspot.com/2011/07/prova-saeb-para-baixar-5-ano-matematica.html
http://roseartseducar.blogspot.com/2011/07/prova-saeb-para-baixar-5-ano-matematica.html
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Refletindo sobre projeto na escola.
Trabalhar com projeto e enriquecedor tanto para o aluno como para o professor, pois ele tem carater formativo e processual faz com que o aluno torna-se um ser ativo e interativo. Pois com projetos podemos abordar os temas etica meio ambiente ,saude e orientação sexual , alem dos temas locais que visam a tratar de conhecimento vinculados a realidade do aluno e o processo de aprendizagem e avaliação é continuo.Dessa maneira a reflexão sobre os texto fortaleceu ainda mais o desejo de continuar trabalhando com projetos , só assim estamos contribuindo para que os sujeitos se tornem agentes de transformadores da sociedade.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Avaliando minha aula com o uso do Laptop
PLANO DE AULA
Turma:1°ano
CONTEÚDO:
Comparação entre animais e registro matemático
OBJETIVO:
Diferenciar animais selvagem do doméstico.
Identificar as diferença e semelhança quanto ao número de pernas
PROCEDIMENTOS:
Iniciar com uma roda de conversa para saber quais animais eles tem no sitio.
Apartir do diálogo na oralidade classificar os animais quanto ao número de pernas.
Apresentar algumas imagens de animais domésticos, selvagens e aquaticos no datashow.
Após a apresentação no datashow, confeccionaremos máscaras de acordo com os animais relatados por eles existente em sua moradia.
Realizar uma dramatização com os alunos em circulo utilizando a música SEU LOBATO TINHA UM SÍTIO utilizando as máscaras confeccionada.
Assistir o filme PROCURANDO NEMO e realizar uma discussão enfatizando alguns aspectos, visual as situações apresentada na história.
Logo após utilizarão o laptop com as imagens sugeridas no tux paint e classificarão em tabela os animais quanto ao número de pernas.
Desenvolver algumas atividades de registro xerocopiada, envolvendo quantidades relacionadas com animais .
RECURSO:
LAPTOP
Datashow
Televisão
AVALIAÇÃO
Os alunos serão avaliado madiante a observação constante da atenção, interesse, participação e envolvimento em todas as atividades proposta.
Avaliando minha aula com o uso do Laptop
O plano de aula utilizando o laptop com conteudo comparações entre animais e registro matematico foi de grande enrequecimento para minha turma, pois o conteudo estava inserido dentro do Parametro Curricular e do Apostilado do Positivo. Iniciei a aula perguntando dos animais que eles possuíam no seu sitio e as caracteristicas de pernas. Após a fala mostrei alguns animais selvagem e domestico no datashow, passei o filme ¨Nemo" para eles assistirem e fizemos um debate sobre os animais que apareceram no filme.
Confeccionamos algumas mascaras sobre alguns animais que eles tem em sua residencia e cantamos a musica do seu Lobato, apartir dai realizamos algumas atividades de registro no apostilado e no Laptop utilizamoso aplicativo tux paint e tabele onde os alunos classificaram os animais quanto ao numero de pernas.
As aulas foi de grande aproveitamento, pois despertou a curiosidade e interesse dos alunos. Atraves dai pude observar algumas dificuldade em dois alunos ao mover os animais para a tabela, ao manuzear a ferramenta o que acredito que seja natural ee por seugrau de maturidade.
Plano de aula Conteúdo:As cinco regiões do Brasil
Escola Municipal Assntamento Campo Verde
Professora:Roseneide
Turma:5ª ano
Duração 08 aulas
Plano de aula
Conteúdo:As cinco regiões do Brasil.
Objetivos
# Reconhecer diferentes espaços geograficos das regiões;
# Despertar o interesse para pesquisa;
# Situar as regiões brasileiras no mapa;
# Identificar diferenças e semelhanças entre as regiões.
Procedimentos
* Pesquisar nos sites informações para organizas uma viagem virtual as regiões do Brasil.
* Leitura de texto das regiões sobre sua história geografia,atrações principais e climas.
* Organização de fotos, figuras sobre as regiões frizando mais a Centro Oeste .
* Procurar nos sites sobre mapas a localização e coordenadas geograficas dos lugares visitados.
* Salvar imagens.
* Montar quebra cabeça virtual com mapas das regiões.
* Produção de texto escrito no editor de texto kword e depois cada aluno vai postar no blog o resultado de suas pesquisas.
Recursos
Mapas;
Livros;
Revista;
Internet;
Editor de texto;
Portal Aprende Brasil.
Avaliação
Elaborar um album,em texto,utilizando imagens que retratam as regiões pesquisadas.
Professora:Roseneide
Turma:5ª ano
Duração 08 aulas
Plano de aula
Conteúdo:As cinco regiões do Brasil.
Objetivos
# Reconhecer diferentes espaços geograficos das regiões;
# Despertar o interesse para pesquisa;
# Situar as regiões brasileiras no mapa;
# Identificar diferenças e semelhanças entre as regiões.
Procedimentos
* Pesquisar nos sites informações para organizas uma viagem virtual as regiões do Brasil.
* Leitura de texto das regiões sobre sua história geografia,atrações principais e climas.
* Organização de fotos, figuras sobre as regiões frizando mais a Centro Oeste .
* Procurar nos sites sobre mapas a localização e coordenadas geograficas dos lugares visitados.
* Salvar imagens.
* Montar quebra cabeça virtual com mapas das regiões.
* Produção de texto escrito no editor de texto kword e depois cada aluno vai postar no blog o resultado de suas pesquisas.
Recursos
Mapas;
Livros;
Revista;
Internet;
Editor de texto;
Portal Aprende Brasil.
Avaliação
Elaborar um album,em texto,utilizando imagens que retratam as regiões pesquisadas.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Perguntas
A idéia principal do texto é que nós educadores devemos sempre estar em busca de formação, inovando, criando, despertando a curiosidade em nossos alunos para serempesquisadores. Esses autores foram selecionados, por terem suas falas e pesquisa voltada para educação e aprendizagem;a pergunta em sala de aula é muito importante para tirar duvida e favorecer a troca de conhecimento entre professor e colegas de sala.
Inovação
A principal meta da educação e do educador é buscar o novo e estar em constante processo de formação; e que nos educadores não devemos ter medo do novo,temos que sair da mesmice e ser inovadores o que muitas vezes a incerteza se isso vai dar certo, não deixa criar o novo onde deixamos de propor atividades desafiadora.E a aprendizagem so acontece quando o aluno se sente desafiado porque desperta a curiosidade e faz com que ele pesquise e com isso surge uma aprendizagem significativa.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Foto: Os livros de Emilia Ferreiro chegaram aqui nos anos 80 e logo alcançaram grande repercussão Os livros de Emilia Ferreiro chegaram aqui nos anos 80 e logo alcançaram grande repercussão ----- PAGINA 01 ----- Frases de Emilia Ferreiro: “Quem tem muito pouco, ou quase nada, merece que a escola lhe abra horizontes” “Um dos maiores danos que se pode causar a uma criança é levá-la a perder a confiança na sua própria capacidade de pensar” Emilia Ferreiro nasceu na Argentina em 1936. Doutorou-se na Universidade de Genebra, sob orientação do biólogo Jean Piaget, cujo trabalho de epistemologia genética (uma teoria do conhecimento centrada no desenvolvimento natural da criança) ela continuou, estudando um campo que o mestre não havia explorado: a escrita. A partir de 1974, Emilia desenvolveu na Universidade de Buenos Aires uma série de experimentos com crianças que deu origem às conclusões apresentadas em Psicogênese da Língua Escrita, assinado em parceria com a pedagoga espanhola Ana Teberosky e publicado em 1979. Emilia é hoje professora titular do Centro de Investigação e Estudos Avançados do Instituto Politécnico Nacional, da Cidade do México, onde mora. Além da atividade de professora – que exerce também viajando pelo mundo, incluindo freqüentes visitas ao Brasil –, a psicolingüista está à frente do site www.chicosyescritores.org, em que estudantes escrevem em parceria com autores consagrados e publicam os próprios textos. Nenhum nome teve mais influência sobre a educação brasileira nos últimos 20 anos do que o da psicolingüista argentina Emilia Ferreiro. A divulgação de seus livros no Brasil, a partir de meados dos anos 1980, causou um grande impacto sobre a concepção que se tinha do processo de alfabetização, influenciando as próprias normas do governo para a área, expressas nos Parâmetros Curriculares Nacionais. As obras de Emilia – Psicogênese da Língua Escrita é a mais importante – não apresentam nenhum método pedagógico, mas revelam os processos de aprendizado das crianças, levando a conclusões que puseram em questão os métodos tradicionais de ensino da leitura e da escrita. “A história da alfabetização pode ser dividida em antes e depois de Emilia Ferreiro”, diz a educadora Telma Weisz, que foi aluna da psicolingüista. Emilia Ferreiro se tornou uma espécie de referência para o ensino brasileiro e seu nome passou a ser ligado ao construtivismo, campo de estudo inaugurado pelas descobertas a que chegou o biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980) na investigação dos processos de aquisição e elaboração de conhecimento pela criança – ou seja, de que modo ela aprende. As pesquisas de Emilia Ferreiro, que estudou e trabalhou com Piaget, concentram o foco nos mecanismos cognitivos relacionados à leitura e à escrita. De maneira equivocada, muitos consideram o construtivismo um método. Tanto as descobertas de Piaget como as de Emilia levam à conclusão de que as crianças têm um papel ativo no aprendizado. Elas constroem o próprio conhecimento – daí a palavra construtivismo. A principal implicação dessa conclusão para a prática escolar é transferir o foco da escola – e da alfabetização em particular – do conteúdo ensinado para o sujeito que aprende, ou seja, o aluno. “Até então, os educadores só se preocupavam com a aprendizagem quando a criança parecia não aprender”, diz Telma Weisz. “Emilia Ferreiro inverteu essa ótica com resultados surpreendentes.” Idéias que o Brasil adotou As pesquisas de Emilia Ferreiro e o termo construtivismo começaram a ser divulgados no Brasil no início da década de 1980. As informações chegaram primeiro ao ambiente de congressos e simpósios de educadores. O livro-chave de Emilia, Psicogênese da Língua Escrita, saiu em edição brasileira em 1984. As descobertas que ele apresenta tornaram-se assunto obrigatório nos meios pedagógicos e se espalharam pelo Brasil com rapidez, a ponto de a própria autora manifestar sua preocupação quanto à forma como o construtivismo estava sendo encarado e transposto para a sala de aula. Mas o construtivismo mostrou sua influência duradoura ao ser adotado pelas políticas oficiais de vários estados brasileiros. Uma das experiências mais abrangentes se deu no Rio Grande do Sul, onde a Secretaria Estadual de Educação criou um Laboratório de Alfabetização inspirado nas descobertas de Emilia Ferreiro. Hoje, o construtivismo é a fonte da qual derivam várias das diretrizes oficiais do Ministério da Educação. Segundo afirma a educadora Telma Weisz na apresentação de uma das reedições de Psicogênese da Língua Escrita, "a mudança da compreensão do processo pelo qual se aprende a ler e a escrever afetou todo o ensino da língua", produzindo "experimentação pedagógica suficiente para construir, a partir dela, uma didática".
Os livros de Emilia Ferreiro chegaram aqui nos anos 80 e logo alcançaram grande repercussão
----- PAGINA 01 -----
Frases de Emilia Ferreiro: “Quem tem muito pouco, ou quase nada, merece que a escola lhe abra horizontes”
“Um dos maiores danos que se pode causar a uma criança é levá-la a perder a confiança na sua própria capacidade de pensar”
Emilia Ferreiro nasceu na Argentina em 1936. Doutorou-se na Universidade de Genebra, sob orientação do biólogo Jean Piaget, cujo trabalho de epistemologia genética (uma teoria do conhecimento centrada no desenvolvimento natural da criança) ela continuou, estudando um campo que o mestre não havia explorado: a escrita. A partir de 1974, Emilia desenvolveu na Universidade de Buenos Aires uma série de experimentos com crianças que deu origem às conclusões apresentadas em Psicogênese da Língua Escrita, assinado em parceria com a pedagoga espanhola Ana Teberosky e publicado em 1979. Emilia é hoje professora titular do Centro de Investigação e Estudos Avançados do Instituto Politécnico Nacional, da Cidade do México, onde mora. Além da atividade de professora – que exerce também viajando pelo mundo, incluindo freqüentes visitas ao Brasil –, a psicolingüista está à frente do site www.chicosyescritores.org, em que estudantes escrevem em parceria com autores consagrados e publicam os próprios textos.
Nenhum nome teve mais influência sobre a educação brasileira nos últimos 20 anos do que o da psicolingüista argentina Emilia Ferreiro. A divulgação de seus livros no Brasil, a partir de meados dos anos 1980, causou um grande impacto sobre a concepção que se tinha do processo de alfabetização, influenciando as próprias normas do governo para a área, expressas nos Parâmetros Curriculares Nacionais. As obras de Emilia – Psicogênese da Língua Escrita é a mais importante – não apresentam nenhum método pedagógico, mas revelam os processos de aprendizado das crianças, levando a conclusões que puseram em questão os métodos tradicionais de ensino da leitura e da escrita. “A história da alfabetização pode ser dividida em antes e depois de Emilia Ferreiro”, diz a educadora Telma Weisz, que foi aluna da psicolingüista.
Emilia Ferreiro se tornou uma espécie de referência para o ensino brasileiro e seu nome passou a ser ligado ao construtivismo, campo de estudo inaugurado pelas descobertas a que chegou o biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980) na investigação dos processos de aquisição e elaboração de conhecimento pela criança – ou seja, de que modo ela aprende. As pesquisas de Emilia Ferreiro, que estudou e trabalhou com Piaget, concentram o foco nos mecanismos cognitivos relacionados à leitura e à escrita. De maneira equivocada, muitos consideram o construtivismo um método.
Tanto as descobertas de Piaget como as de Emilia levam à conclusão de que as crianças têm um papel ativo no aprendizado. Elas constroem o próprio conhecimento – daí a palavra construtivismo. A principal implicação dessa conclusão para a prática escolar é transferir o foco da escola – e da alfabetização em particular – do conteúdo ensinado para o sujeito que aprende, ou seja, o aluno. “Até então, os educadores só se preocupavam com a aprendizagem quando a criança parecia não aprender”, diz Telma Weisz. “Emilia Ferreiro inverteu essa ótica com resultados surpreendentes.”
Idéias que o Brasil adotou
As pesquisas de Emilia Ferreiro e o termo construtivismo começaram a ser divulgados no Brasil no início da década de 1980. As informações chegaram primeiro ao ambiente de congressos e simpósios de educadores. O livro-chave de Emilia, Psicogênese da Língua Escrita, saiu em edição brasileira em 1984. As descobertas que ele apresenta tornaram-se assunto obrigatório nos meios pedagógicos e se espalharam pelo Brasil com rapidez, a ponto de a própria autora manifestar sua preocupação quanto à forma como o construtivismo estava sendo encarado e transposto para a sala de aula. Mas o construtivismo mostrou sua influência duradoura ao ser adotado pelas políticas oficiais de vários estados brasileiros. Uma das experiências mais abrangentes se deu no Rio Grande do Sul, onde a Secretaria Estadual de Educação criou um Laboratório de Alfabetização inspirado nas descobertas de Emilia Ferreiro. Hoje, o construtivismo é a fonte da qual derivam várias das diretrizes oficiais do Ministério da Educação. Segundo afirma a educadora Telma Weisz na apresentação de uma das reedições de Psicogênese da Língua Escrita, "a mudança da compreensão do processo pelo qual se aprende a ler e a escrever afetou todo o ensino da língua", produzindo "experimentação pedagógica suficiente para construir, a partir dela, uma didática".Etapas de aprendizado
Segundo Emilia, a construção do conhecimento da leitura e da escrita tem uma lógica individual, embora aberta à interação social, na escola ou fora dela. No processo, a criança passa por etapas, com avanços e recuos, até se apossar do código lingüístico e dominá-lo. O tempo necessário para o aluno transpor cada uma das etapas é muito variável. Duas das conseqüências mais importantes do construtivismo para a prática de sala de aula são respeitar a evolução de cada criança e compreender que um desempenho mais vagaroso não significa que ela seja menos inteligente ou dedicada do que as demais. Outra noção que se torna importante para o professor é que o aprendizado não é provocado pela escola, mas pela própria mente das crianças e, portanto, elas já chegam a seu primeiro dia de aula com uma bagagem de conhecimentos. “Emilia mostrou que a construção do conhecimento se dá por seqüências de hipóteses”, diz Telma Weisz.De acordo com a teoria exposta em Psicogênese da Língua Escrita, toda criança passa por quatro fases até que esteja alfabetizada:
• pré-silábica: não consegue relacionar as letras com os sons da língua falada;
• silábica: interpreta a letra a sua maneira, atribuindo valor de sílaba a cada uma;
• silábico-alfabética: mistura a lógica da fase anterior com a identificação de algumas sílabas;
• alfabética: domina, enfim, o valor das letras e sílabas.
O princípio de que o processo de conhecimento por parte da criança deve ser gradual corresponde aos mecanismos deduzidos por Piaget, segundo os quais cada salto cognitivo depende de uma assimilação e de uma reacomodação dos esquemas internos, que necessariamente levam tempo. É por utilizar esses esquemas internos, e não simplesmente repetir o que ouvem, que as crianças interpretam o ensino recebido. No caso da alfabetização, isso implica uma transformação da escrita convencional dos adultos. Para o construtivismo, nada mais revelador do funcionamento da mente de um aluno do que seus supostos erros, porque evidenciam como ele “releu” o conteúdo aprendido. O que as crianças aprendem não coincide com aquilo que lhes foi ensinado.
Compreensão do conteúdo
Com base nesses pressupostos, Emilia Ferreiro critica a alfabetização tradicional, porque julga a prontidão das crianças para o aprendizado da leitura e da escrita por meio de avaliações de percepção (capacidade de discriminar sons PARA PENSAR e sinais, por exemplo) e de motricidade (coordenação, orientação espacial etc.). Dessa forma, dá-se peso excessivo para um aspecto exterior da escrita (saber desenhar as letras) e deixa-se de lado suas características conceituais, ou seja, a compreensão da natureza da escrita e sua organização. Para os construtivistas, o aprendizado da alfabetização não ocorre desligado do conteúdo da escrita.É por não levar em conta o ponto mais importante da alfabetização que os métodos tradicionais insistem em introduzir os alunos à leitura com palavras aparentemente simples e sonoras (como babá, bebê, papa), mas que, do ponto de vista da assimilação das crianças, simplesmente não se ligam a nada. Segundo o mesmo raciocínio equivocado, o contato da criança com a organização da escrita é adiado para quando ela já for capaz de ler as palavras isoladas, embora as relações que ela estabelece com os textos inteiros sejam enriquecedoras desde o início. Compreender a escrita interiormente significa compreender um código social. Por isso, segundo Emilia Ferreiro, a alfabetização também é uma forma de se apropriar das funções sociais da escrita. De acordo com suas conclusões, desempenhos díspares apresentados por crianças de classes sociais diferentes na alfabetização não revelam capacidades desiguais, mas o acesso maior ou menor a textos lidos e escritos desde os primeiros anos de vida.
Para pensar
Segundo os construtivistas, não se aprende por pedacinhos, mas por mergulhos em conjuntos de problemas que envolvem vários conceitos simultaneamente. No caso da alfabetização, utilizar textos do cotidiano é muito mais produtivo do que seguir uma cartilha. Isso não quer dizer que o ensino não deva ser objeto de planejamento e sistematização. Você, professor, costuma ficar atento ao que cada aluno já sabe para fazer com que avance, em ritmo próprio?Livros de Emilia Ferreiro:
• Cultura Escrita e Educação, Ed. Artmed
• Psicogênese da Língua Escrita, com Ana Teberosky, Ed. Artmed
http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/emilia-ferreiro-306969.shtml?page=page2
quinta-feira, 26 de maio de 2011
O que é ser professor
Ser professor é professar a fé e a certeza de que tudo terá valido a pena se o aluno sentir-se feliz pelo que aprendeu com você e pelo que ele lhe ensinou…
Ser professor é consumir horas e horas pensando em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo todos os dias, a cada dia é única e original…
Ser professor é encontrar pelo corredor com cada aluno, olhar para ele sorrindo, e se possível, chamando-o pelo nome para que ele se sinta especial…
Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e, diante da reação da turma, transformar o cansaço numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender…
Ser professor é envolver-se com seus alunos nos mínimos detalhes, vislumbrando quem está mais alegre ou mais triste, quem cortou os cabelos, quem passou a usar óculos, quem está preocupado ou tranquilo demais, dando-lhe a atenção necessária…
Ser professor é importar-se com o outro numa dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que necessita de atenção, amor e cuidado.
Ser professor é equilibrar-se entre três turnos de trabalho e tentar manter o humor e a competência para que o último turno não fique prejudicado…
Ser professor é ser um “administrador da curiosidade” de seus alunos, é ser parceiro, é ser igual na hora de ser igual, e ser um líder na hora de ser líder, é saber achar graça das menores coisas e entender que ensinar e aprender são movimentos de uma mesma canção: a canção da vida…
Ser professor é acompanhar as lutas do seu tempo pelo salário mais digno, por melhores condições de trabalho, por melhores ambientes físicos, sem misturar e confundir jamais essas lutas com o respeito e com o fazer junto ao aluno. Perder a excelência e o orgulho, jamais!
Ser professor é saber estar disponível aos colegas e ter um espírito de cooperação e de equipe na troca enriquecedora de saberes e sentimentos, sem perder a própria identidade.
Ser professor é ser um escolhido que vai fazer “levedar a massa” para que esta cresça e se avolume em direção a um mundo mais fraterno e mais justo.
Ser professor é ser companheiro do aluno, “comer do mesmo pão”, onde o que vale é saciar a fome de ambos, numa dimensão de partilha…
Ser professor é ter a capacidade de “sair de cena, sem sair do espetáculo”.
Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que o aluno caminhe com seus próprios pés…
terça-feira, 24 de maio de 2011
Meu primeiro blog foi aberto por causa do projeto uca mais eu ja conhecia e frequentava de outros professores para pesquisas. Eu faço parte da rede social orkut, msn e gmail. E utilizo as tecnologia com meus alunos para pesquisas, trocas de experiências, conhecimentos , meios de comunicação e complementação nas minhas aulas. Acredito que o projeto uca sera de grande importância para educação e que os laptop aguçara a curiosidade no alunos e com isso facilitara a aprendizagem e a diminuição das faltas em nossas escolas.
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